Kenzo Homme Woody (também chamado de Kenzo Boisée em alguns países) foi lançado em 2010, inspirado no olhar e na conexão do homem com a energia da terra e a imensidão do céu, como se fosse a árvore mais alta, em um caminho sem limites.
É pouco conhecido e também pouco comentado. Mas é uma obra-prima da perfumaria que, infelizmente, não é mais fabricada. Possui notas de menta e manjericão, na saída; Alecrim e pimenta de Madagascar, no coração; Vetiver do Haiti e cedro do Atlas, na base.
Quando toca a pele, é mentolado e adocicado. Esse frescor se funde com uma nuance completamente aromática, salpicada por um toque de pimenta. A base é amadeirada, com maior presença do cedro e suas nuances canforadas e balsâmicas. Para mim, parece que o vetiver nem existe.
Durante a evolução, poderá fazer você se lembrar de inúmeras outras criações. No meu caso, eu lembrei de Burberry The Beat.
O frasco manteve a identidade visual, em um misto de cinza e âmbar, que lembra madeira.
Na minha opinião, é uma daquelas fragrâncias sem defeitos: é versátil, é elegante, projeta e fixa muito bem e ainda foi feita por Olivier Polge.
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Esse eu não gostei… Comprei na Black Friday, mas não consegui usá-lo, era como se eu estivesse usando Kaiak. Dei a um amigo e ele amou, usou até a última gota.
Kenzo Woody tem um dos melhores alecrins que eu já senti… reforça o canforado e o efeito “florestal”. Pena que tá difícil de achar!
Beijos, Cassiano!
Vai ser mais um daqueles casos de vendas “caras” no e-bay.