É difícil acreditar que este perfume seja feito sobre damasco e patchouli, pois ele é realmente potente e diferenciado. Para mim, é o melhor da linha “The Individuals”. Durante a sua evolução, ele me lembra – em alguns momentos – o Obsession de Calvin Klein. Mas este não é atalcado; ele é frutal e cremoso, azedo e doce, com uma dualidade que varia de acordo com a pele de quem o usa. Até mesmo porque ele é unissex!
Aliás, acho interessante citar que já vi resenhas de outras pessoas dizendo que este também é um daqueles casos, em que certas perfumarias especializadas em nicho adorariam colocar as mãos.
E não se deixem enganar pelo histórico popular da marca, pois todos os perfumes da linha “The Individuals” da GAP são excelentes e possuem projeção e fixação superiores a muitos perfumes que custam o dobro ou mais.
Este aqui é sexy e envolvente, e cai muito bem em climas mais amenos e eventos noturnos.
*imagem: reprodução
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