Começo com uma confissão: não posso viver sem um frasco deste perfume em minha coleção!
Esta fragrância deveria ser simples de ser comentada, mas é muito difícil traduzir, em palavras, tudo o que ela significa. Abre com notas de bergamota, néroli e petitgrain. No coração, flor de laranjeira africana e uma base de almíscar branco. O segredo desta fragrância é o uso da “molécula S” no coração da fragrância, que foi uma inovação na época de seu lançamento, em 2001, pois trouxe a promessa de reforçar o poder das demais notas por mais tempo, já que se tratavam de notas tidas como voláteis.
O resultado é um aroma fresco, com cara de colônia, totalmente unissex, que consegue resistir por mais de seis horas na pele e, embora você não sinta mais o perfume exalando, as pessoas irão notá-lo em você. É um dos poucos perfumes que conseguem, de verdade, me passar a sensação de banho tomado por horas a fio, fora que o aroma cítrico é delicioso. A tal “molécula S” foi mesmo um “S”ucesso e não dava pra esperar nada menos inovador vindo de Thierry Mugler.
É perfume obrigatório na coleção de quem vive em locais extremamente quentes.
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Adorei a resenha, realmente essa molecula S deixou o limão bem espacial.. parabéns pela resenha
Obrigado. 🙂
Cassiano, a embalagem do perfume COLOGNE mudou e a atual consta com nomenclatura adicional “come ogether”. Você sabe dizer se o perfume é o mesmo? Grato
Olá Antonio!
Na época em que a Coleção de Colônias foi lançada, a marca garantiu que essa seria a versão original, apenas sofrendo repackaging.