Trata-se de um perfume extremamente herbal, uma delícia!
Na hora da borrifada, sobe um aroma meio alcóolico que não me agrada. Mas é tão efêmero, que na mesma hora ele se transforma em um aroma de grama molhada. Sim, esta foi a 1ª impressão que eu tive deste perfume!
A evolução continua e o perfume se mantém com aspecto herbal, muito refrescante e pouco picante, com o toque de coentro. Em alguns momentos, parece até que o perfume possui pimenta. A artemísia tem o seu valor na composição do perfume.
Além disso, possui zimbro, mirto e resina do abeto. E essa resina dá um toque fantástico à evolução do perfume, muito bem casada com o cipreste. Acho que é o que eu mais sinto durante todo o tempo! É um perfume que mantém um frescor contínuo, sem precisar ser “aquático” em excesso.
Exala muito bem, o que é um diferencial pra mim, e fixa bastante também! A saída não é das melhores, mas dando o tempo certo para o perfume “crescer” na pele, a mágica acontece!
De todos os Lanvin que eu tenho, não é o melhor, com certeza. Mas chegou a barrar o Vetyver, por ter um toque mais fresco, agressivo e masculino.
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