Fica parecendo falsidade elogiar todos os produtos da casa, mas não tem como ir para um caminho diferente (pelo menos, até o momento). Aqui temos uma “Água Provençal” de requinte e frescor.
Possui uma saída que me remeteu, instantaneamente, ao aroma do limão verbena, com sua aura de limpeza e seu aroma cítrico-floral, evoluindo para um aroma mais mentolado e característico de “barbearia” em seu coração, quase uma espuma de barbear. Aqui, pelo que pude sentir, devemos ter menta, lavanda e sálvia. Por fim, uma base levemente amadeirada, com um aroma de vetiver muito claro ao meu nariz e, quem sabe, um toque de cedro.
Indo buscar referências olfativas, eu diria que é um Armani Eau Pour Homme diluído em uma Colônia 4711. A fixação é excelente, mas a projeção não foi tão poderosa quanto a dos outros perfumes da casa, que eu já experimentei até o momento.
*imagem: reprodução
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